Terça-feira, 2 de Junho de 2009

Dealing With Professional Burnout Without Quitting Your Job


At some point, most people reach a point of “burnout” with their job. The routines, paperwork, and effort reach a point of becoming overwhelming and you go home feeling absolutely empty, devoid of energy and life. I’ve gone through several periods like this myself, and I’ve developed a lot of techniques for dealing with this level of burnout.

Take vacation as soon as possible. File paperwork to take a week or two off, and just do nothing. Seriously. Sit at home and recharge. Get caught up on things you’ve been putting off because you’ve been burnt out. Eat very healthy and get some exercise. Do a few things that are purely fun. In fact, most of these other items work best if done immediately after returning from a vacation.

Make a list of the items that you do at work that you enjoy. What tasks make you feel fulfilled at work? What ones do you actually enjoy doing? Think of the pieces of your job that make you feel productive and make you feel like you’re actually contributing in a positive fashion, then list several of these.

Make a list of the items that you dislike doing at work. Don’t include ones you’re indifferent about - just include the ones that are truly dreadful to you. For me, the bane of my existence is bureaucracy - I hate filling out reports, forms, etc.

Spend a week or two doing only the tasks you enjoy. Seriously. Just let the other stuff build up for a while. If a supervisor questions this, tell them that you’re working on higher-priority stuff, which is true - you’re trying to discover - or rediscover - the aspects of your job that bring about passion and excitement within you.

Hand off some of the burdens. If you literally feel you have too many tasks to keep up with, talk to your supervisor and suggest that too many tasks are keeping you from providing excellent work on your core responsibilities. Before you go in, identify some of the tasks that could potentially be moved to other workers.

Compress the periods where you do the things you don’t like. Don’t like email? Do it only once a day. Don’t like paperwork? Do all needed paperwork in one batch once a week. Don’t like dealing with others? Hang a “do not disturb” sign outside your office or cubicle most of the time. Likely, you have to do at least some of the tasks you don’t enjoy, so compress them.

If there are strong interpersonal issues and you work in a large organization, request a transfer to another area. This will usually be accommodated if you have a good work history. Look for other positions in other areas in the organization where you might be able to be productive and feel comfortable.

If the situation is truly untenable, work on preparing your resume to move on. Don’t sit around feeling miserable. If changes like these aren’t fixing the situation, it’s time to make a serious change. Sharpen up your resume and start applying for work elsewhere. Remember, a job that makes your entire life miserable is not worth it, no matter what. If a job is really making your entire life painful, it’s well worth it to walk out the door and find something else.

Burnout e o Stress: O que eu faço?

O site Efetividade.net oferece boas dicas sobre o tema...

Burnout é uma das conseqüências mais marcantes do estresse profissional, caracterizando-se geralmente por exaustão emocional, avaliação negativa de si mesmo, depressão e insensibilidade com relação a quase tudo e todos (até como defesa emocional). O esgotamento (não apenas profissional) das pessoas, causado por sua ocupação ou atividade é uma situação cada vez mais comum, e vem recebendo da psicologia e medicina o nome de síndrome de burnout (do inglês, significando combustão completa).
A síndrome de burnout vai além do stress, e chega ao esgotamento: a sensação de exaustão da pessoa acometida. A descrição da Wikipédia ajuda a caracterizar: A chamada Síndrome de Burnout é definida por alguns autores como uma das conseqüências mais marcantes do estresse profissional, e se caracteriza por exaustão emocional, avaliação negativa de si mesmo, depressão e insensibilidade com relação a quase tudo e todos (até como defesa emocional). Burnout é geralmente desenvolvida como resultado de um período de esforço excessivo no trabalho com intervalos muito pequenos para recuperação, mas alguns consideram que trabalhadores com determinados traços de personalidade (especialmente de neuroses) são mais suscetíveis a adquirir a síndrome. Pesquisadores parecem discordar sobre a natureza desta síndrome. Enquanto diversos estudiosos defendem que burnout refere-se exclusivamente a uma síndrome relacionada à exaustão e ausência de personalização no trabalho, outros percebem-na como um caso especial da depressão clínica mais geral ou apenas uma forma de fadiga extrema (portanto omitindo o componente de despersonalização). Se você se sente no caminho do esgotamento, pode haver uma solução, como veremos a seguir.

Prevenindo e combatendo o stress e burnout
O esgotamento no ambiente de trabalho nem sempre é irreversível. Para os aspectos médicos ou psicológicos você deve consultar um profissional habilitado que possa analisar o seu caso específico e lhe oferecer um tratamento; já para os aspectos do próprio ambiente profissional, muitas vezes há alternativas que você pode buscar sozinho. Nem todo mundo pode se dar ao luxo de mudar suas rotinas no trabalho. Mas verifique as dicas abaixo, que fazem parte do artigo “
Dealing With Professional Burnout Without Quitting Your Job“, publicado pelo The Simple Dollar, e reflita sobre a possibilidade de adaptá-las à sua situação. Tire férias assim que possível. Tire 10 dias ou duas semanas de férias, e use para recarregar as energias. Se não for época de ir para a praia ou não puder viajar, simplesmente dedique-se a atividades de que você gosta e que não estava podendo fazer devido ao trabalho ou à preocupação constante. Faça um balanço de suas atividades. Coloque na coluna dos ativos aquelas tarefas que você gosta de fazer ou que o fazem se sentir produtivo, e na dos passivos as que você ativamente desgosta, ou que lhe parecem inúteis ou sem valor. Reflita sobre o saldo geral desta conta, Seja seletivo durante 2 semanas. Se estiver ao seu alcance, responsavelmente dê prioridade às tarefas que fazem você se sentir produtivo e genuinamente contribuindo para o sucesso de sua atividade, mesmo que isso signifique que as outras vão se acumular um pouco. Ou pelo menos altere o equilíbrio da sua distribuição de tempo em favor das tarefas “positivas”. Esta pausa para respirar pode prevenir o esgotamento, mesmo que depois você ainda vá ter de resolver as pendências que criou.
Reduza o tempo dedicado a tarefas secundárias “negativas”. Não gosta de ler e-mail? Passe a ler apenas no começo de cada turno. Odeia a burocracia? Deixe acumular tanto quanto responsavelmente possível, e aí faça o lote todo de uma vez. Não há como evitar estas tarefas seciundárias, mas você pode restringir o tempo dedicado a elas. O
artigo do The Simple Dollar tem mais dicas (e eu sugiro a leitura), mas termina com uma reflexão importante (embora potencialmente mais fácil de fazer em uma economia aquecida e com boa oferta de emprego): um trabalho que torne miserável a sua vida não vale a pena.

11º Congresso Paulista de Saúde Pública - 22 a 26/08/09 - São José dos Campos (SP)

O 11º Congresso Paulista de Saúde Pública será realizado em São José dos Campos (SP), de 22 a 26 de agosto, com o tema "Saúde pública e crise(s): Fronteiras e caminhos". "O Brasil e a crise econômica", "A crise e o modelo de organização do Estado" e "Civilização X barbárie" serão os temas das conferências.

A cerimônia de abertura do congresso será no dia 23, às 19h. "Adolescentes que queremos! Adolescentes.....que saúde fazemos?" e "Sociologia das práticas alternativas, complementares e integrativas" serão os temas dos cursos pré-congresso, no dia 22 de agosto. Promovido pela Associação Paulista de Saúde Pública (APSP), o congresso aceita inscrições de trabalhos até o dia 30 de junho.

Mais informações: www.congressoapsp.com.brAgenda Acadêmica - Ciências & CogniçãoCiências & Cognição - http://www.cienciasecognicao.orgAgenda Acadêmica -
Fonte http://blog.cienciasecognicao.org

Segunda-feira, 1 de Junho de 2009

Leito Hospitalar e cadeiras de roda disponíveis


Anjos da guarda não existem. Pelo menos é o que dizem os céticos.



Mas Sr. Aroldo parece querer desmintir essa frase.
O Sr. Aroldo faz parte do Rotary Clube, aceita doações de camas e cadeiras de roda quebradas. A partir dessas doações ela recupera o material danificado e o empresta sem cobrar nada. O interessado deve apenas pagar o frete e assinar um contrato de seis meses, que poderá ser renovado em caso de necessidade. Este senhor também recupera camas e cadeiras de rodas para hospitais. Em algumas negociações ele aceita que o pagamneto seja uma parcela do que ele recuperou. Tudo isso para que possa aumentar seu arsenal de solidariedade.
O Sr Aroldo conseguiu expandir seu projeto por mais de 600 leitos no brasil.


Para doar ou alugar leitos é só ligar para: (21) 2266-2501 ou 9636-8000 (RJ)



Fonte: http://www.sinpro-rio.org.br/

Quinta-feira, 28 de Maio de 2009



“Toda a vida do homem se faz em educação e
por educação.”
(Anísio Teixeira)



28 de Maio - Dia do Educador


Sábado, 23 de Maio de 2009

Voce sabia que a Erva Mate / Mate (ou Chimarrão) é um ótimo anti-stress ?

Erva Mate / Mate (ou Chimarrão): Anti-stress: segundo institutos de pesquisas internacionais, é um tônico estimulante do coração e do sistema nervoso: elimina os estados depressivos, conferindo ao músculo maior capacidade de resistência a fadiga, sem causar efeitos colaterais; é estimulante da atividade física e mental, atuando beneficamente sobre os nervos e músculos eliminando a fadiga. Observa-se também que estimulante do mate é mais prolongada que a do café, sem deixar efeitos colaterais ou residuais como a insônia e irritabilidade. Por outro lado, a erva-mate atua sobre a circulação, acelerando o ritmo cardíaco e harmoniza o funcionamento bulbo-medular. Age também sobre o tubo digestivo, facilita a digestão e favorece a evacuação. É considerada ainda, um ótimo remédio para pele e reguladora das funções do coração e da respiração, além de exercer importante papel na regeneração celular.

Sexta-feira, 22 de Maio de 2009

Ergonomia e Qualidade de Vida no Trabalho


Bom dia a todos,
hoje eu tenho o prazer de oferecer uma conferencia, realizada por um colega: Giles Balbinotti - Engenheiro, Mestre em Ergonomia, Pesquisador sobre o tema: Ergonomia e Condições de Trabalho. Essa conferencia fez parte do 3o. ConviRH, Congresso Virtual de Relações Humanas, que teve inicio no dia 14 de maio e irá até o dia 29.

Ergonomia a favor da Qualidade de Vida, aproveitem essa oportunidade: veja o link: http://www.convirh.com.br/3ConviRH/apresentacoes/giles_balbinotti/player.html

Quinta-feira, 21 de Maio de 2009

Os problemas relacionados à saúde dos professores.


Foi publicada recentemente uma matéria alarmante no site do Sindicato dos Professores sobre o tema da Saúde docente, nela vereadores do Rio de Janeiro debatem sobre a Saúde do professor e apontam dados alarmantes. Leiam a seguir:


A Comissão de Educação e Cultura da Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro fará reuniões periódicas com professores para debater e estudar os problemas relacionados à saúde dos professores. A decisão foi na última terça, dia 5, em audiência pública na Casa Legislativa, promovida pela comissão para tratar do tema.


Participaram da mesa da audiência, além do presidente da comissão, vereador Reimont Ottoni (PT), o vereador Jorge Manaia (PDT), a professora da Pontífica Universidade Católica (PUC-Rio) Sandra Korman, a juíza do trabalho e pós-doutoranda em saúde mental do trabalhador, Cláudia Márcia de Carvalho Soares, a professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Patrícia Corsino, e o presidente do Sindicato dos Professores do Município do Rio de Janeiro e Região (Sinpro-Rio), Wanderley Quêdo.


Por iniciativa do Sinpro-Rio, o vereador Reimont abraçou a luta em favor da saúde do professor. "Vivemos situações adversas na sala de aula. O professor, de um modo particular o que atua em duas ou três escolas, acaba tendo comprometimentos na sua saúde física, mental e psicológica. Tudo fica desarticulado", alegou o vereador.


Entre as doenças mais abordadas durante a audiência esteve a Síndrome de Burnout. "E esta situação de estresse a que os profissionais estão submetidos constantemente é agravada ainda mais por outros fatores, como as férias e recessos", contou Reimont.


Calendário ùnico - Na avaliação do presidente da Comissão de Educação e Cultura da Câmara, é necessário que se estabeleça um calendário único nas escolas. "No Rio estamos tentando isso para escolas estaduais, municipais e particulares. Assim o professor, que trabalha em mais de uma rede, ao sair de férias de uma escola, também o fará das outras", afirma Reimont, que acredita que o professor precisa de descanso para restabelecer suas energias, o que, segundo ele, se reflete diretamente na saúde dos docentes e a qualidade do ensino. A questão da saúde do professor é algo comum ao magistério e ao patronato, tanto na rede privada quanto na pública, segundo o petista. "Um professor afastado por doença tem problemas que se refletem na escola, prejudica também aos empresários da educação. A saúde é fundamental para que a educação aconteça de modo satisfatório, lá na ponta, na relação aluno-professor. Um aluno que tenha um professor equilibrado em sua saúde, receberá uma educação de muito mais qualidade", ponderou.


Doenças solitárias - Na visão da professora Sandra Korman, da PUC-Rio, o professor tem sobre si uma grande responsabilidade. "Na ausência do responsável, o professor é quem vai olhar para o sujeito e incentivá-lo, dizer que seus projetos são viáveis", afirmou. Korman ressaltou que entre os grandes males das doenças do professor é que são solitárias. "Como o professor não tem tempo para conversar com seus colegas, comumente fica pensando que só ele está doente, que o estresse está ocorrendo somente com ele, e acabando vivendo essa fase como se fosse algo singular", disse a professora, que acredita que debates sobre esses problemas ajudam os docentes a tomarem consciência de que essa é uma questão da sua classe, e não um problema pontual e isolado.


A professora Patrícia Cursino aproveitou a audiência para lembrar os problemas ligados à educação infantil no Brasil. Já juíza do trabalho Cláudia Marcia de Carvalho Soares afirmou que gostaria que fossem feitas mais ações preventivas aos problemas da categoria. "Quando chega até a Justiça do Trabalho é o problema de um professor com um empresário. O Ministério Público, por exemplo, se receber denúncias, poderá tentar ajudar em questões coletivas docentes", afirmou. A assessoria do vereador Reimont afirma que as reuniões com os professores serão abertas aos docentes que desejarem participar e levar questões para discussão.
Metade dos quadros está doente O presidente do Sinpro-Rio, Wanderley Quêdo, durante a audiência pública na Câmara de Vereadores do Rio, contou que quase metade dos professores, atualmente, sofre com algum tipo de estresse relacionado à sua profissão. Por este motivo, e pelas constantes denúncias recebidas no sindicato, que o Sinpro-Rio decidiu realizar a campanha "Saúde do Professor".


"Devido às condições de trabalho e aos baixos salários, os professores, muitas vezes, são obrigados a ter mais de um emprego. Muitos trabalham em quatro, cinco escolas, e ainda trabalham em casa. Por causa disso, ficam com uma exaustão crônica, que leva às doenças somatizadoras", declarou o presidente. Entre as doenças mais citadas entre os professores estão as alergias, especialmente os que ainda lidam com quadro negro e giz, que causam irritações na pele, no nariz e nos olhos; dores cervicais e lombares; assédio moral, distúrbios da voz e a Síndrome de Burnout, que se caracteriza por um estresse crônico, vivido em geral por profissionais que lidam com o público e com a resolução de problemas de outras pessoas.
O sindicato deseja que a disfonia também seja reconhecida oficialmente como um dos distúrbios relacionados ao trabalho. Uma pesquisa concluída pelo Sinpro-Rio em 2008 revelou que, dos 1.579 docentes entrevistados em 219 institutições privadas da cidade, 93,5% afirmaram ter sentido, pelo menos uma vez, um problema na voz e, do mesmo total, 78,4% disseram que ficam roucos quando abusavam da voz.


Em terceiro lugar nas queixas relacionadas a voz, vieram o cansaço e a ardência na garganta com 67,4%, e 60% admitiram precisar de um fonoaudiólogo.



Quarta-feira, 6 de Maio de 2009

I Jornada da Sociedade Brasileira - Psicologia Oncológica – 30/05/09 – Rio de Janeiro (RJ)

DATA: 30 de maio de 2009 - Sábado – das 09:00h às 16:30h
Inscrições para temas-livres até o dia 10 de Maio, veja as normas no site da SBRAPO (http://www.sbrapo. org.br)
LOCAL:Aud. A do Instituto Municipal Philippe PinelAv. Venceslau Brás 65, Botafogo – RJ
INVESTIMENTO:Sociedade Brasileira de Psicologia Oncológica
Inscrições:Profissionais: R$ 100,00 até dia 30/04R$ 120,00 até dia 15/05R$ 140,00 até dia 23/05
Estudantes e sócios da SBRAPO:R$ 50,00 até dia 30/04R$ 60,00até dia 15/05R$ 70,00 até dia 23/05
Desconto para grupos a partir de 04 participantes:R$ 40,00 até dia 30/04R$ 50,00 até dia 15/05 R$ 60,00 até dia 23/05
Enviar por e-mail (ou fax): dados de identificação (nome, endereço com CEP, e-mail e Instituição onde trabalha ou estuda) e cópia do depósito bancário e comprovante, se profissional, da carteira do CRP, estudantes, cópia comprovante vinculação universitária com data atualizada.
Conta: Banco Itaú, Ag. 6141, Conta. 13788-2 em nome da Sociedade Brasileira de Psicologia Oncológica – CNPJ: 08262133/0001- 48Se associado da SBRAPO: informar o número do registro ou nome completoInformações: (21) 2442-1472 (noite) ou (21) 9916-6091/9409- 2482sbrapo@sbrapo.org.brfax: (21) 2442-4651

Agenda Acadêmica - Ciências & CogniçãoCiências & Cognição –
Fonte: http://www.cienciasecognicao.orgAgenda Acadêmica – http://blog.cienciasecognicao.org

Terça-feira, 5 de Maio de 2009

Em tempos de gripe suina, vejam como os exercícios podem ser eficazes.


Um corpo cansado e estressado é suscetível a inúmeros males, inclusive, gripes e outros transtornos do aparelho respiratório e nada como exercícios para adminstrar esse quadro.



Veja como cada parte de seu corpo beneficia-se com o exercício!


Cérebro:Proporciona sensação de bem estar. Melhora a auto-estima. Reduz sintomas depressivos e ansiosos. Melhora o controle do apetite.

Como funciona:A atividade física estimula a liberação de substâncias que "melhoram" o funcionamento do sistema nervoso central.


Nariz e Garganta:Reduz a ocorrências de gripes, resfriados e infecções respiratórias em geral. Como funciona:A atividade física estimula a produção de alguns aminoácidos (componentes das proteínas) que melhoram a ação protetora do sistema imunológico.

Pulmões:Melhora a capacidade pulmonar. Aumenta a capacidade de consumo de oxigênio.

Como funciona:A atividade física aumenta a rede de pequenos vasos que irrigam os alvéolos pulmonares (estruturas de troca de gases), melhorando o aproveitamento de oxigênio pelo pulmão. Desse modo, a respiração fica mais eficiente.


Coração:Melhora o funcionamento do coração (para um mesmo esforço, o trabalho cardíaco passa a ser menor). Aumenta a resistência aos esforços físicos e ao estresse Reduz doenças cardíacas (angina, infarto, arritmias, insuficiência etc.). Aumenta a sobrevida até mesmo nas pessoas que já tiveram um infarto.

Como funciona:Estimula uma melhor vascularização (aumento da irrigação de sangue para o próprio coração), o que garante melhor funcionamento do órgão. Reduz fatores de risco para artérias coronárias - como pressão arterial e colesterol.

Barriga:Facilita a perda de peso ou a manutenção do peso desejado Combate a obesidade.> Como funciona: Reduz a gordura e aumenta a massa muscular. O músculo é um tecido muito ativo, que ajuda no maior consumo de calorias ao longo do dia.

Pâncreas:Facilita o controle do diabetes.> Como funciona:Diminui a resistência à ação da insulina ( hormônio que facilita a entrada de glicose nas células), favorecendo um melhor controle dos níveis de açúcar no sangue.


Pernas:Diminui edemas, varizes e o risco de trombose.

Como funciona:Aumenta a pressão dos músculos sobre as veias das pernas. Funciona como uma espécie de bomba, que ajuda o sangue a vencer a força da gravidade e voltar mais facilmente para o coração.


Vasos Sangüíneos: Reduz obstruções nas paredes dos vasos, diminuindo problemas como aterosclerose (placas de gordura), " derrames cerebrais" e infartos.

Como funciona:Reduz as taxas de colesterol total e eleva o HDL (colesterol "bom"), que protege contra a formação de placas de gordura nas artérias. Combate a hipertensão, reduzindo os níveis de pressão arterial.

Músculos:Fortalece a massa muscular. Aumenta a flexibilidade.

Como funciona:A atividade estimula o desenvolvimento das fibras musculares que compõem os diversos músculos do corpo.


Ossos:Reduz os riscos de osteoporose (enfraquecimento dos ossos) e fraturas na velhice

Como funciona:Estimula a proliferação dos chamados osteoblastos (células que contribuem para o crescimento do tecido ósseo).



Sábado, 2 de Maio de 2009

Escolas matam a criatividade?

Assitam:

http://www.youtube.com/watch?v=yFi1mKnvs2w

Entre os Muros da Escola (Entre les murs / The Class)

Sinopse do filme: François e os demais amigos professores se preparam para enfrentar mais um novo ano letivo. Tudo seria normal se a escola não estive em um bairro cheio de conflitos. Os mestres têm boas intenções e desejo para oferecer uma boa educação aos seus alunos, mas por causa das diferenças culturais - microcosmo da França contemporânea - esses jovens podem acabar com todo o entusiasmo. François quer surpreender os jovens ensinando o sentido da ética, mas eles não parecem dispostos a aceitar os métodos propostos.
Assistam ao trailer:

Sexta-feira, 24 de Abril de 2009

O Stress Psicológico


A pele e o sistema nervoso estão intimamente ligados visto que têm a mesma origem embrionária. O stress psicológico faz com que o corpo liberte químicos denominados neurotransmissores. Estes actuam em vários órgãos do corpo, incluindo a pele, desencadeando reacções em cascata onde a barreira cutânea se torna menos impermeável, com uma ligeira aceleração da renovação cutânea; a pele está sujeita a inflamações; o sistema imunitário torna-se mais fraco e não consegue responder de uma forma ideal à inflamação.

O stress pode desencadear a psoríase?
Só o stress não é suficiente para desencadear a psoríase, visto esta ser uma condição multifactorial, envolvendo factores genéticos, ambientais e imunológicos. No entanto, em muitos casos, a psoríase surge após um acontecimento stressante. O stress extremo, como o originado por um acidente de viação ou o falecimento de um ente querido, ou o stress prolongado menos intenso, como o originado por uma situação familiar difícil, divórcio ou um conflito no local de trabalho, são capazes de provocar psoríase e de aumentar as probabilidades de recidivas. Para além disso, a condição em si causa stress, pois a pele desempenha um papel fundamental na comunicação interpessoal. As lesões visíveis, particularmente as das mãos e face, podem prejudicar a própria imagem e originar ansiedade, ou mesmo depressão. Visto que este stress pode provocar crises, cria-se um ciclo vicioso.

Há um espaço de tempo entre um evento stressante e uma crise psoriásica?
Vários estudos científicos demonstram que pode ocorrer um período entre dois dias e quatro semanas entre um evento stressante e o aparecimento da psoríase. Não existe um elo causal entre a duração deste período e a gravidade da psoríase. No entanto, parece que os doentes que identificaram a causa do stress que desencadeou a sua condição têm períodos de remissão mais longos e frequentes do que os que não identificaram a causa do stress.

O coçar induzido pela ansiedade pode agravar as lesões?
A psoríase origina muitas vezes comichão e muitas pessoas não conseguem parar de se coçar porque sofrem de uma ansiedade extrema. Todavia, o coçar constante aumenta a inflamação da pele, o que por sua vez aumenta a comichão. A pele também é lesada quando as escamas são arrancadas, ou pela fricção no local das lesões. As pessoas com psoríase precisam de aprender a relaxar para conseguirem quebrar este ciclo vicioso.

A ingestão de álcool para aliviar a ansiedade impede a remissão de uma crise?
A ingestão de álcool irá provavelmente exacerbar a inflamação, fazendo com que o corpo perda zinco, um elemento que tem um papel fundamental na cicatrização da pele. O álcool pode igualmente causar disfunção hepática, que pode multiplicar os efeitos secundários de determinados medicamentos para a psoríase. A psoríase que surge nos grandes consumidores de álcool tende a ser mais resistente aos tratamentos normais.

As técnicas de relaxamento podem ser usadas para combater a psoríase?
A sofrologia, acupunctura, reflexologia, aromaterapia e as massagens são todas elas técnicas de libertação do stress que podem ajudar na psoríase. Existem também algumas regras básicas de combate ao stress. Certifique-se que dorme o suficiente, faça alguns exercícios respiratórios durante alguns minutos de manhã e à noite para evitar a acumulação de qualquer tensão no seu corpo. Se for uma pessoa emocionalmente forte, o seu sistema imunitário consegue lidar melhor com a inflamação. Recomenda-se a psicoterapia se a sua psoríase estiver a causar dificuldades relacionais ou emocionais intransponíveis.

Pontos chave
Os acontecimentos stressantes aceleram a renovação cutânea e aumentam a inflamação. A ansiedade induzida pela psoríase pode ser tratada com exercícios de relaxamento e medicação, caso o médico os prescreva. Esta ansiedade não deve ser atacada através da ingestão de álcool (o que agrava a condição). Quando as pessoas aprendem a relaxar, conseguem obter o controlo da sua situação e melhorar a sua qualidade de vida.

Estresse pode ser a causa de problemas bucais

O Dr. Christian Wehba - Dentista, especialização em Periodontia, no site: Minha Vida, escreveu o artigo que segue abaixo. nele o especialista fornece dicas importantes relacionando o stress ao desenvolvimento de problemas bucais. O ESTRESS PODE CAUSAR PROBLEMAS BUCAIS: Saiba como proteger a sua boca deste importante fator de risco...


O dia-a-dia agitado nas grandes cidades reflete diretamente na saúde. O estresse, por exemplo, é responsável por alterações nas resistências físicas e psíquicas, e pode facilitar, inclusive, o surgimento de infecções agudas bucais. Já está comprovado que as manifestações gengivais e periodontais apresentam-se de formas alteradas em pacientes estressados. O mal é ainda um fator ambiental, comportamental ou biológico, que aumenta a probabilidade do indivíduo contrair doenças. Pessoas sob o efeito do estresse apresentam, com freqüência, casos de gengivite ulcerativa necrosante, uma forma de inflamação gengival extremamente dolorosa que causa um hálito desagradável, sangramento gengival espontâneo e retrações de gengiva. Além deste problema bucal, é comum chegar aos consultórios pacientes que apresentam um quadro de bruxismo, que é o hábito de ranger os dentes e que pode ocasionar acentuado desgaste. Pessoas que vivem momentos de tensão ou nervosismo são as mais afetadas por esse mal. Os cuidados com a saúde geral e bucal, como uma boa higiene e hábitos parafuncionais, evitam complicações assim como lesões na boca, que podem ser irreversíveis. Recomendamos que o tratamento tenha uma abordagem multidisciplinar, com o acompanhamento de dentista, médico e psicólogo. Desta forma, é possível tratar a doença e suas causas. Para saber mais, acesse: http://www.cwehbaodontologia.com.br/

FONTE: http://www.minhavida.com.br/